O trabalho da ASSIDEF se dá a partir de projetos realizados em parcerias com outras organizações não-governamentais, governamentais ou do setor privado, buscando suprir a carência de atividades direcionadas ao resgate social do seguimento das pessoas com deficiências. Organizamos cursos profissionalizantes, atividades culturais, de reabilitação, de grupos e palestras. Tudo para conscientizar e melhorar a alto-estima do deficiente. A ASSIDEF atua também juntamente com empresas da região, visando discutir a empregabilidade do cidadão do segmento. A Baixada Fluminense, região do estado do Rio de Janeiro onde a nossa instituição está localizada é um local desprovido de infra-estrutura na área de saúde pública, principalmente no que diz respeito ao tratamento das pessoas com deficiência. Esse quadro se agrava ainda mais se levarmos em consideração que na região vivem 531 mil pessoas que sofrem de algum tipo de deficiência, seja física, mental ou sensorial. Nossa meta é proporcionar as pessoas com deficiência da Baixada Fluminense, um atendimento que possa ser considerando modelo para a região. Por ano, realizamos cerca de 56 mil atendimentos nas seguintes modalidades: » Hidroterapia; » Fisioterapia; » Equoterapia; » Balcão de empregos » Oficinas esportivas, pedagógicas, culturais e profissionais; » Orientação à família, além de diversos trabalhos visando a inserção social e profissional desses cidadãos. A melhor forma de trabalhar a inclusão das pessoas com deficiência é através da integração desses cidadãos com as pessoas consideradas normais em todos os momentos. Por isso a ASSIDEF garante um percentual de pessoas ditas normais nas suas atividades, mas é predominante a presença do deficiente em nossos trabalhos. Outra forma de inclusão é a questão da acessibilidade, fator esse que trabalhamos com a incansável cobrança das legislações existentes, visando um conceito universal para a acessibilidade. Buscarmos, através dessas ações, conscientizar a sociedade sobre as potencialidades dos cidadãos com deficiência. Devemos entender de uma vez por todas que não são as pessoas com deficiência e sim as edificações, transportes, praças, as cidades em geral, que são planejadas e projetadas com conceitos ultrapassados e ineficientes para o uso do homem", afirma José Almeida Lopes Filho, arquiteto especialista em acessibilidade. |